terça-feira, 13 de setembro de 2011

Acho que o tiro está saindo meio que pela culatra...

Sabe... eu tenho consulta com o endócrino na segunda dia 19/09, mas meu remédio acabou na sexta dia 09.
E então fica a expectativa né, se você vai enfiar o


a semana inteira ou se vai agüentar sem o remédio. Enfiar o pé na jaca seria horrível, dar uma meia enfiadinha seria ruim e até um pouquinho compreensível, e conseguir seguir o mega-regime sem remédio então pode significar que você não precisa de mais remédio.
Não enfiei o pé na jaca, nem meio pé (e nem em meia jaca) e hoje é terça de noite, sendo que ontem foi meu aniversário e tinha uma gaveta inteira cheia de chocolates deliciosos bem do meu ladinho.
Sábado acordei e tomei meu activia de sempre. Fui caminhar, subi e desci um monte de escadas pra substituir uns 10 minutos de caminhada, almocei menos de meio yakissoba, depois dei uma escorregada na jaca comendo um pote com kiwi picado, abacaxi picado e morangos picados com chocolate ao leite e chocolate branco. De noite tomei uns 10 energéticos pra agüentar o show do whitesnake e mais a balada do aniver... dividi três doses de vodka com minha amiga. Chegamos em casa 6 horas, quem veio dirigindo foi a Claris, pois ela não tinha bebido. Dez da manha eu tava tagarelando que nem uma louca. Aí, de comum acordo, a Carol pegou dois dramins, um pra mim e outro pra ela, e tomamos com um iogurte não-ligth. Aí dormimos até as 4 e eu fui jantar duas fatias de abacaxi e 1 activia ligth já era umas 09 ou 10 da noite.
Segunda eu levei activia com ameixa pra café da manha, mas resolvi trocar por um kinder e uma moeda. 

De meio dia comi duas fatias finas de beterraba, uma fatia fina de tomate e umas gororobas árabes que não gostei, então preferi largar tudo lá no prato e trocar por mais bombons na parte da tarde. Chegando na CPM, dito e feito, tinha bolo recheado. Comi um pedacinho de uns 2 por 4. E depois jantei um activia.
Hoje café = activia de coco ligth com umas 5 ameixas, almoço = salada com arroz integral e um tiquinho de frango assado. Janta = três fatias de abacaxi.
Aonde eu quero chegar com esse papo furado: eu estou sem remédio, e acabei de achar que não conseguiria comer três fatiazinhas de abacaxi, e até na verdade eu forcei as três pra dentro pq não tava com a menor fome, mas como quase nem almocei e só comi uma bala de tarde, era melhor socar pra dentro. Nem sede.

Só que das outras vezes que os médicos me deixaram só um mês com sibu, eu engordei novamente. Dessa vez eu não vou deixar isso acontecer, óbvio. Mas tipo, na verdade nem sei o que pensar... acho que mudei muito mais do que eu pensei, e estou muito mais motivada do que pensei, e muito mais empenhada também, kkkkkkkkkkkkkkkk.
Ou talvez seja porque eu estou feliz! A felicidade faz a gente desviar a atenção a outras coisas que não a comida.
Enfim... estou passando bem sem remédio, acho... Estou muito feliz e contente. Emagrecendo todo dia e ganhando elogios. Até magrela já me disseram, kkkkkkkkkkkkkk, apesar do óbvio exagero, me deixou feliz, hehehehe.
Esse post ficou meio estranho, até vou parar de escrever...

domingo, 4 de setembro de 2011

Reconhecimento matinal do bairro


ATENÇÃO: esse post é muito parecido com um diário, kkkkk, quem odeia ou tem pavor de diários, recomendo não ler....

obs: mentira, quero que todos leiam.

Hoje, novamente, acordei com essa mania de velha de fazer xixi de magrugada. Levantei, fui, mas me recusei a saber a hora que era. Consegui enrolar (tirar uma soneca) um pouco. Olhei o relógio, 8 e 13. Mas me recusei a levantar. Dalí um pouco me peguei olhando pro teto, e aí dei uma risada gostosa e levantei. Lavei o rosto, escovei os dentes, coloquei uma roupa, passei protetor solar, desodorante, perfume, passei um creme nos pés, calcei o tênis, tomei meu café da manhã (hoje foi um activia ligth de coco com umas 7 ou 8 ameixas secas) e saí caminhar pelas ruelas do bairro. Descobri que tem por aqui uma infinidade de salões de beleza, bares, mercearias e mini-mercados. Uma padaria, um lugar que se diz sorveteria (mas acho que só vende picolé da Kibon), um lugar que tava escrito capoeira não sei o que, e um que dizia que faz fisioterapia, acupuntura e massagens (inclusive shiatsu). Como tem uma “boca” ali na outra rua, a polícia montou uma unidade móvel (que é uma van parada numa esquina com um monte de policiais), e tem também um negócio que ta escrito “consigas” e que pareceu um depósito de botijões, mas não faço idéia o que é. Tem também muitas casas bonitas, muitos carros em cada casa, algumas pra alugar, algumas pra vender. Muitas pessoas na rua “lagarteando ao sol”, e boa parte dessas pessoas estava tomando cerveja. Tem também um monte de cachorros e gatos soltos. Uma casa com placa de consultora da natura, e algumas outras com placa de salgadinhos e docinhos sob encomenda. E vários lugares com papéis colados fazendo propaganda de um lugar que lava sofás. Essa caminhada durou exatos 50 minutos e, quando cheguei, fiquei mais uns 10 minutos fazendo alongamento. Aí tomei meus remédios e percebi que a net tava razoavelmente boa, então baixei um antivírus. Quando coloquei pra executar, percebi que demoraria uma eternidade, então resolvi ir para o elíptico... fiquei um pouquinho mais de meia hora, e por sorte já tinha terminado de instalar o AVG.
Aí bateu aquela fome desgraçada, então coloquei meu almoço cozinhar e fiquei batendo um papo com a mãe, até que ela, desalmadamente, me abandonou às traças. Aí tive que puxar conversa com outra pessoa, pois arroz integral demora demais pra cozinhar. Então, gracias, meu irmão estava online e batemos um papo. Até que, ufa, comi. E todos tiveram um final feliz. The end.

sábado, 3 de setembro de 2011

Ninguem merece acordar cedo no final de semana


Hoje, assim como todos os outros dias dessa semana, eu acordei com uma maldita vontade de fazer pipi. E olha que farei somente 26 aninhos no dia 12, e não 80. Mas tudo bem. Quando é dia de semana, eu levanto (que nem um zumbi, só abro meio olho pra saber se estou indo mijar no lugar certo), faço pipi e volto dormir. Mas hoje é SÁBADO. Pensei: maldição. Mas, tudo bem, como sempre, levantei e fui pro banheiro. O problema dessa vez é que eu estava com os dois olhos abertos e nenhuma vontade mais de dormir. Porém, como algumas pessoas que “me lêem” sabem, eu me recuso a levantar cedo no final de semana, então deitei novamente pra continuar dormindo que nem um anjinho. Depois de um tempo, falei: droga. Percebi que, como muita das outras vezes que eu tentei voltar dormir mesmo sem sono, ao invés de eu estar com os olhinhos fechados (que é o costume de fazer quando se dorme), eu estava olhando pro teto. Aí reconheci que realmente não estava com sono e fui olhar no relógio. Eita, nem sete da manha e, repito, num SÁ-BA-DO. Bom, como estava até animada, resolvi ligar pra minha mãe, pois sei que ela acorda cedo, mas no intimo eu queria mesmo era acordar ela (sem muita esperança...). Aí, como eu estou sem créditos, liguei a cobrar.

Parêntesis nessa parte: quando eu saí de casa, eu sempre ligava a cobrar e desligava, e a mãe sempre sabia que era pra me ligar de volta, pois eu queria falar com ela. Mas agora o Alexandre, que é o meu irmão mais novo, também saiu de casa e também usa essa “técnica”... só que agora ele tem usado muito mais essa técnica do que eu, pois eu vivo falando com a mãe no talk e quando preciso ligar pra ela geralmente tenho créditos...

Continuando: pois então, minha mãe ligou pro Alexandre ao invés de ligar pra mim... e eu aqui, obviamente, me partindo de rir, já que “sem querer, querendo” acabei acordando tanto a mãe quanto o meu irmão.
Da primeira vez que eu dei o toque a cobrar, eu percebi que a mãe falou “alô” antes da musiquinha do “pobre ligando pra mim”, então, esperei ela desligar a ligação do meu irmão e tornei a ligar a cobrar. Quando ela disse “alô” eu logo me apressei a falar “sou eeeu”. Funcionou. Falei com ela, nada de importante, óbvio, pois eu só estava animada (qual o motivo de estar animada num sábado de manha, quando você acorda antes das 7???). Desliguei o telefone ainda sorrindo e fui tomar banho. Lavei o rostinho de princesa com o meu sabonete especial (a Fiona também era uma princesa, antes que vocês comecem a rir e debochar de mim) e tomei altos banho, com sabonete liquido e muuuuita espuma. Quando terminei, escovei os dentes e passei desodorante, perfume e o protetor solar. E aí pensei: sua idiota! Eu ainda não fiz o serviço de casa, nem meu exercício diário, o que significa que terei que tomar outro banho, no mesmo dia.

Outro parêntesis: eu nunca gostei de tomar banho nem de escovar os dentes. Passar a droga do fio dental então, vishe. Pra quem mora/va no Sul, sabe o que é frio, então deve bem lembrar que às vezes tínhamos até que esperar a droga da água descongelar pra sair da torneira. Eu lembro bem de uma vez que tinha uma aranhona no banheiro, e quando eu a vi, sai correndo contar pra mãe, esperando que ela, num ato heróico, fosse lá e esmigalhasse aquela coisa horrorosa. Mas a minha mãe disse: ué, mata ela. Meeeeeu Deus do céu, só eu (e quem morre de medo de aranhas) sei o quando isso me encheu de pavor. Mas como eu sou corajosa, peguei uma vassoura e voltei pro banheiro assombrado. Quando cheguei lá, aquele monstro ainda estava no mesmo lugar, mas como eu tava com tanto medo, errei a vassourada e o monstro fugiu. Ah, capaz que eu tomaria banho depois disso. Mas nem a pau. Como eu sabia que a mãe não me deixaria escapar ilesa do banho, abri a torneira e fiquei passando a mão embaixo da água (pra fazer aquele barulinho de água se mexendo) e fiquei só olhando pro teto e pros lados. Depois fiz um drama pra fingir que tava me vestindo depois do banho (sendo que eu não tinha tomado banho) e saí do banheiro.
E ainda teve uma outra vez, mas dessa vez eu era mais nova, devia ter em torno de uns cinco anos, que o meu pai mandou ir lavar a cara antes de tomar café. Quem morou lá em casa sabe: o pai abre a boca e a gente já sai correndo pra obedecer. Claro que fui ao banheiro e, na maior marotisse, abri a torneira e fiquei passando a mão embaixo dela (denovo, hahaha). Como o meu pai é esperto (mas eu nem tanto, como vocês verão a seguir), ele logo veria que eu não tinha lavado cara nenhuma, então eu logo pensei: “toda pessoa que lava a cara fica mais desperta e, portanto, com os olhos mais abertos”. Adivinhem! Arregalei os olhos e saí do banheiro, sempre fazendo esforço pra deixar os olhos o mais abertos possível, com a certeza que enganaria meu pai. O resultado disso, que eu me lembre, foi um olhar do meu pai, um sorrisinho que só quem conhece ele (e o meu irmão mais velho, o Flávio) sabe o quando cínico e sarcástico pode ser. Mas, por minha sorte (sorte?) ele não mandou eu voltar e criar vergonha na cara. Então pude tomar meu café da manha. “UHUUU trapaceei ele”, era o que eu estava pensando enquanto eu comia. “RETARDADA ESSA MINHA FILHA, o que será dela no futuro ó Deus”, era o que ele devia estar pensando naquele momento.

Continuando: então, pra mim, é horrível tomar dois banhos no mesmo dia. Mas será elementar (meu caro Watson).
Bom, chega de papo furado... hoje acho que vou lavar meu carro (será o segundo banho dele desde que eu o comprei, que foi em janeiro de 2011), varrer o casarão, passar um pano maneiro e talvez lavar o pouco de roupa que tem ali para ser lavada. Fazer exercícios, lógico. E ler o livro da vez: PROTEGER E DEFENDER, de Richard North Patterson, que fala de uma menina de 15 anos, grávida de um feto hidrocefálico, que entrou com um processo na justiça para ter o direito de abortar (já que, se ela tiver o filho, ela pode ficar infértil, assim como aconteceu com a própria mãe dela)(e também, já que o filho, muitíssimo provavelmente morrerá no parto).
Então até mais. Divirtam-se.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Como eu consegui... até agora...


Então hoje de manha eu estava com 64,8, o que significa que, com mais algumas 300 gramas, chego aos 20 quilos eliminados. Sendo assim, agora eu começo a ser um exemplo pras outras pessoas, e muita gente tem me perguntado o que eu fiz pra emagrecer tudo isso.
Pra quem vem acompanhando o blog, já sabe algumas partes, mas eu percebi já que não contei tudinho, pois eu fiz tanta coisa, que até me esqueço da ordem delas...
Mesmo assim, tentarei contar todos os métodos que eu utilizei, ou tentei, pra emagrecer.
O primeiro método, como já expliquei, foi o ódio. O ódio move montanhas. Mas claro que de inicio eu não estava mesmo me dando muitos créditos ao pensar que ia emagrecer. Quando vi que saí do 84, fui pro 83 e depois pro 82, foi que eu percebi que realmente era o que eu queria, e que eu iria fundo nisso. Nessa período de tempo, no qual eu emagreci esses primeiros quilos, o ódio já deu lugar à determinação, força de vontade, e amor próprio. Foi então que eu comecei anotar em um papelzinho o progresso dos quilinhos perdidos. Pra começar com isso tudo, eu simplesmente mudei o que eu comia à noite. Eu vivia comendo pizza (daquelas sadia mesmo, que é ruim), ou lasanha pronta, ou então aqueles hot pockets, ou então fazia um yakissobão, ou uma macarronada, até risoto ou carreteiro, e cachorro quente... enfim, troquei todas essas porcarias e comecei com uns pratos mais ligths... não que eu diminui a quantidade, só, simplesmente, a qualidade. Tem até, acho que é o segundo, post do blog sobre isso.
Fiquei um bom tempo só nisso. Depois, finalzinho de setembro ou sei lá quando, o meu irmão veio morar aqui em São Paulo. Ele não era fã do meu cigarro (affe, eu tinha que tocar nesse assunto, mãe, não me xingue em público) nem da quantia de cerveja que eu estava bebendo diariamente na época. Então eu parei com o cigarro e diminui bastante a cerveja. Isso também ajudou bastante no emagrecimento. Depois eu entrei em férias, foi na metade de dezembro de 2010. Fui primeiro pra Maceió, onde tomei muita cerveja, comi muita fritura e tudo mais. Depois fui pra Floripa com minhas amigas, onde tomei cerveja também e comi de tudo. E depois fui pra um SPA com a minha mãe. Um SPA no Paraná mesmo, excelente. 200 e pouco a diária e a rotina era mais ou menos essa:
Acordar, tomar café, fazer caminhada matinal, fazer hidroginástica, almoçar, descansar um pouco, fazer mais hidroginástica, comer o lanchinho da tarde, descansar um pouquinho, fazer mais exercícios, jantar, descansar, e cear.
Eu não lembro mais de quantas calorias era a dieta, mas se não me engano eram 800 calorias por dia para mulheres e 1200 para homens, porém, se você quisesse ir lá somente para relaxar, poderia repetir o prato do dia quantas vezes quisesse.
Para o café da manha, tinha opções, mas eu não lembro direito da outra pois eu sempre pedia esta: pão com requeijão e leite com chocolate. E também vinha um pote de mamão com uma coisa horrível em cima (deviam ser fibras), que eu sempre pedia pra tirar. O chocolate, claro, era meia xícara e o pão se tratava de uma fatia de pão integral cortada ao meio, com uma colher de requeijão e também duas fatiazinhas finas de queijo branco.
Até que sustentava.
O almoço, pra mim, era a pior parte. Eu sou chata pra kct pra comida... é mais fácil eu dizer o que eu gosto do que o que eu não gosto.
De inicio era servida a salada. Sem sal, nem vinagre. Tinham uns molhos esquisitos que eu não gostei de nenhum. Nos primeiros dias eu tentei comer salada pura, mas simplesmente me dá ânsia de vomito. Depois comecei pedir pra vir o prato quente antes, pra eu poder comer junto com a salada.
Se não me engano, o nosso primeiro almoço foram duas panquequinhas de ricota com uva passa. Eu achei horrível, mas como só tinha aquilo pra comer, você se obriga a comer. Fiquei morrendo de fome. Mas teve dias em que serviram pizza (super pequena, óbvio, com quase nada em cima, óbvio²), ou macarrão integral com legumes (pouquinho, claro)... enfim, o cardápio foi bem variado e nunca repetiu.
De tarde o lanche geralmente era meia fruta, ou sei lá... teve um dia que teve gelatina com pedacinhos de maçã.
A janta não lembro, e a ceia era uma maçã ou uma banana.
Enfim, depois de 10 dias, eu não agüentava mais aquela comida, apesar do pessoal ser MUITO legal, e o lugar ser MUITO aconchegante, tranquilo e bonito.
Tenho que dizer que emagreci bem pouco, acho que 1 quilo só, pois o meu intestino, pra variar, parou (mas depois de um tempo eu continuei emagrecendo).
Aí passei mais alguns dias por lá, bebendo com os amigos e voltei pra cá.
Tem um tempo que não faço idéia o que eu fiz, mas foi bem no inicio do ano que eu resolvi começar um tratamento estético caríssimo que incluía: 2 consultas com endocrinologista, 10 sessões de carboxi, 10 sessões de enzimas, 5 massagens modeladoras e 3 infra-red (que eu achei horrível, pois eu suo muito).
Nesse período eu emagreci pouca coisa, o que me faz pensar que: ou eles não aplicaram direito as coisas em mim ou que essas porcarias não funcionam (apesar que muita gente já me disse que funciona SIM).
Depois disso teve uma promoção na academia lá perto de casa (na verdade não sei bem se foi depois ou no meio do tratamento), e então eu comecei academia. No inicio era boxe, mas tem que ter muita disposição pra agüentar o tranco do boxe, então depois eu continuei frequentando mas só andava e/ou corria na esteira, talvez um pouco de bicicleta e um tico de elíptico.
Nessa época eu comecei a investir mais em frutas e barrinhas de cereal, cuidar também do almoço e tomar bastante água.
Também diminui a freqüência dos happy-hours e praticamente parei de beber bebidas alcoólicas. Alem de comprar umas massagens nas promoções que surgiam. Devo ter feito mais ou menos umas 5 ou 7 modeladoras.
Acho que assim eu cheguei aos 70, e aí a desgraça do peso estabilizou. Mas ainda faltavam muitos quilos pra emagrecer. Então eu fiquei uns bons 3 meses ao redor dos 70 quilos, variando entre 70, 71, 72 e 73.
Foi mais ou menos nessa época que surgiu a idéia da Lipo... na verdade, acho que foi antes.
Aí, passando o tempo, eu lembro que fui pra Beltrão, à mais ou menos um mês (mais), e fui visitar a minha amiga Sonia. Ela ficou sei lá, uma hora(?) tentando me convencer a não fazer a lipo, mas por fim eu venci a batalha. E não sei por que cargas d’água (acho que foi porque eu disse que estava me esforçando sim pra emagrecer), acabamos fazendo uma espécie de aposta. Que se eu chegasse aos 65 até meu aniversário ela me daria um “presente-prêmio”.
E então eu, de inicio, já me dei por vencida, pois se eu tinha demorado quase um ano pra emagrecer 14, praticamente impossível em dois meses emagrecer 5 quilos. Porém, aconteceu que a Carol voltou de férias e disse que estava com endócrino marcado. Acabamos ligando lá e eu fui junto consultar no dia. Ele me receitou três remédios (um é a sibu, e os outros dois são fórmulas manipuladas com todo tipo de medicamento, inclusive sene) e deu uma dieta que eu até ri quando li, mas pelo menos ele disse que a minha uma hora de caminhada todos os dias poderia valer como exercício físico. E eu ri ainda mais quando ele disse que no meu retorno eu deveria ter emagrecido uns 7 quilos. Hahahhahahahahahahahahhaha. Conta outra, 7 quilos? Ta louco, só pode.
MAS, pra quem conhece o efeito da sibutramina (e eu conheço muito bem, pois não é a primeira vez que tomo), você se torna capaz de fazer praticamente qualquer tipo de dieta.
Ao contrário do que muitos endócrinos fazem, ele não corta totalmente os carboidratos nem as proteínas... ele só reduz a quantidade de dias em que você pode comer tal coisa.
Eu, sinceramente, não estou levando ao pé da letra a dieta dele, mas estou me esforçando bastante.
Meu café da manha, quase sempre é um activia ligth com algumas ameixas, ou uma banana, ou alguns moranguinhos com ameixas, ou abacaxi, ou mamão. Enfim, alguma coisinha ligth.
De meio dia, geralmente eu pego dois ou três tipos de salada, sendo que geralmente é alface, beterraba, tomate. Rúcula eu juro que já tentei gostar, mas toda vez que eu como eu acho horrível. Cenoura me da ânsia de vomito e etc. Chuchu eu até como. Apesar que se for com aquele molho italiano que servem lá no grilleria, eu como até a cenoura. Então eu como mais ou menos duas colheres de arroz, um tanto de feijão e alguma carne. Hoje, especialmente, troquei o feijão por strogonoff, mas me arrependi, pois este estava ruim.
De tarde, quase nunca consigo passar só com água, então chupo umas balas.
E a janta geralmente é uma fruta. Hoje por ex. já comi uma banana prata, mas acho que vou comer também uma fatia de abacaxi, antes que estrague.
Ufa, quanto texto. Mas em resumo é isso: parei de beber, de fumar, emagreci 20 quilos, e faço exercício físico diariamente, alem de tomar bastante água por dia.
Outro dia, quando eu vi um 65 na balança (foi um sábado de manha), vim fazer meu elíptico e até chorei de emoção. Depois, quando consegui o aval da minha mãe pra fazer a lipo, chorei uns bons 15 minutos.
Agora a próxima meta é 60. A Sonia disse que, como eu vou pra lá só no dia 24 de setembro, eu tenho que estar com 62,5, mas isso é uma crueldade, pois lá eu me pesarei numa balança desconhecida, e de roupa. Então, pra garantir que eu chegue perto dos 62,5 eu teria que sair daqui com, no mínimo, uns 61. Sendo assim, seriam quase 4 quilos em 23 dias. Mas ela não quer de jeito nenhum me ajudar, então tentarei me esforçar pra chegar ao tal 62,5 (acho que vou incluir exercícios localizados depois de fazer o elíptico). Só queria deixar registrado que é crueldade isso daí, hehe.
Chega. Acho que não esqueci de nada.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

A balança do meu coração


Lendo o blog da Taiza, eu me inspirei pra fazer esse post, pra falar exatamente o contrário do que ela disse lá, kkkkkkkk nada contra tá, Taiza?!
A Carol disse que eu sou paranóica (hoje ela incluiu “neurótica” nos adjetivos), os endocrinologistas recomendam se pesar uma vez ao mês, somente quando você vai lá no consultório. E a Taiza disse que é pra se pesar uma vez por semana, sempre na mesma balança.
Bom, eu tenho uma balança no meu banheiro e me peso praticamente todos os dias. Se duvidar, eu me peso de manha e à noite. Se duvidar, eu me peso, faço xixi ou o numero 2, e me peso denovo. Se duvidar, eu me peso antes de jantar, pra saber com quantos quilos eu estarei no dia seguinte.
Eu me peso, me peso e me peso... e se eu vejo uma balança em uma farmácia, la estou eu em cima dela esperando aparecer o peso (mas isso nem sempre).
Eu não sei dizer se isso realmente me deixa paranóica, mas tenho certeza que todos vocês aí concordam com a Carol...
Acontece que eu gosto de ver meu progresso, gosto de ter certeza que a balança não está me mentindo, gosto de saber que se eu como um potão de sorvete pode afetar meu emagrecimento em uma semana inteira... gosto de saber o quão importante pro meu emagrecimento é o funcionamento do meu intestino, e de saber o quanto varia o peso dependendo de quanta água eu tomo no dia.
Muitas vezes eu vejo que meu peso aumentou. No inicio (vejam a tabela no outro post, se quiserem) eu anotei algumas vezes mesmo que o peso tivesse aumentado, mas depois comecei anotar somente quando emagreço. Aconteceu inúmeras vezes de o peso na tabela estar em 70 (por exemplo) mas eu ver na balança um 73. Eu simplesmente digo: droga. Não me afeta se o peso estiver acima do normal, e eu não me esforço absurdamente mais pra recuperar os quilos adquiridos. Eu só, simplesmente, sei que preciso emagrecer.
Quando eu vejo gramas a menos, fico feliz, sorrio, às vezes solto um “Yéés”, pego minha canetinha e anoto na tabela.
Não sei se eu sou abençoada, prefiro dizer que eu sou determinada. Não interessa se eu me estrepei porque enfiei o pé na jaca durante uma festa de aniversário. Deixa isso pra lá, o que importa é continuar em frente.
Ahhh, você fez certinho o regime, tomou a água certinho, fez exercício certinho e o peso não tá diminuindo??? Eu quase sempre sei o porque (tinha um acento aqui???), e é quase sempre o meu intestino.
Enfim, eu me peso sim, todos os dias sim, e não me considero, absolutamente, paranóica. E também não é um vicio, pois tem dias que eu não me peso, alias, teve meses em que não me pesei nenhuma vez.
Ah! Mas eu adoro olhar pro relógio. É, talvez eu seja paranóica. Eu PRECISO saber sempre a hora. Eu cronometro tudo. Eu sei em que ponto da estrada eu deveria estar às 7 horas 43 minutos e 34 segundos pra conseguir chegar às 8 horas, exatamente, na CPM.
Os minutos, os gramas e os centavos são de grandessíssima importância pra mim (afinal, tem um ditado que me influencia muito: “é de grão em grão que a galinha enche o papo”).
Sei lá, provavelmente eu teria que consultar uma psicóloga pra ela me dizer se eu sou louca ou não (loucura é com os psiquiatras né?!).
Enfim, hoje de manha (provavelmente porque eu tomei pouco menos de 1 litro e meio de água ontem) eu estava com 64,9.
Cheguei na CPM às 8 horas e 3 minutos.
E, pelas minhas contas, esse mês vai sobrar 54 reais e 21 centavos depois de pagar todas as dividas.
A bem da verdade, o meu sabonete especial para o rosto está acabando e terei que comprar outro, e ele custa uns 30 reais. E também eu tenho que pagar o shampoo da Pierre Alexander que eu pedi pra mãe pegar pra mim (ela disse que me daria de presente, mas eu quero outra coisa de presente, então faço questão de pagar o shampoo). Então, na verdade, estou me vendo lá no carinha que compra visa-vale pra não ficar com saldo negativo, denovo.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Manual "básico" para homens sobre sapatos femininos


Esse post foi, praticamente, construído pela minha amiga Carol, que (não quero nem saber pq começaram falar sobre isso) fez um manual básico para os homens entenderem do que se trata cada tipo de sapato feminino... Eu dei uma mexidinha básica, pra ficar a minha cara, hehehe, mas a idéia é dela.

Felizmente as mulheres possuem mais opções de sapato do que os homens, o que é muito bom. Aqui destacaremos todos os tipos de sapato (isso se não esquecermos de nada, óbvio). Veja a lista abaixo:

Scarpin – Esse é um sapato de várias formas e cores, um dos preferidos das mulheres, que pode ser utilizado em várias ocasiões, com muitos tipos de roupa. Detalhe: na frente e atrás ele é fechado. Não preciso dizer que, por favor, não saia falando “escarpín”, pois a pronuncia certa (ou pelo menos a pronuncia que é conhecida e usada pelas mulheres em geral) é “scarpãn”.




Scarpin Boneca -  é um sapato “igual” ao scarpin, porém tem uma tira com fivela, e então chamam de scarpin boneca (sei lá se é isso mesmo kkkkk)



Chanel – Ele é bem parecido com o Scarpin, porém um pouquinho mais baixo e discreto, mas faz muito sucesso. É recomendado para não ferir o calcanhar, já que é aberto na parte de trás.



Sapatilha – Elas podem ser com saltinhos ou sem. Combinam com (quase) tudo, podem ser utilizados tanto de dia como a noite e, dependendo da roupa, fica um arraso.



Sandálias – Esse é um sapato que não pode faltar no dia-a-dia de uma mulher, pois deixa os pés mais bonitos, delicados e elegantes. Há milhares de modelos. Você pode escolher qual combina mais com você (de preferência as mais confortáveis, claro). A sandália é aberta tanto atrás quanto na frente, podendo ter vários detalhes diferenciando uma da outra.




Tamanco – Eles podem ser altos, ou baixos. Eles são abertos na parte de trás, porém traz muita elegância. Podem ser um tanto desconfortáveis na hora de usar, e (comentário particular da Ana aqui) esses aí totalmente fechados na frente são horrorosos.




Tênis – Essencial para todos os dias, pois nem todas as mulheres conseguem ficar o dia todo com salto.




Peep Toe – Esses são sapatos fechados, mas são abertos na frente, geralmente aparecem os dedos (essa é a diferença da peep toe para o scarpin)





Bota – Existe de vários tamanhos modelos, é um calçado que não pode faltar no inverno.





Botina – sim, também existe versão de botina feminina, é super confortável, mas infelizmente, quase 100% delas são tão feias quanto as masculinas... Entretanto é uma boa dica para quem trabalha muito em pé, e uma alternativa mais social ao tênis.



Coturno – é um tipo de bota, porém muito mais resistente e quase sempre mais confortável, além de geralmente ser impermeável. Foi feito inicialmente pra uso militar, mas é muito utilizado por góticos, metaleiros, skinheads e etc... lá na galeria do rock tem vários modelos, porém não achei nenhum de boa qualidade, mas na Wikipédia diz que em lojas especializadas para roqueiros e/ou motociclistas é fácil de encontrar... alias, eu amo coturnos, eu tinha um excelente, mas usei tanto que furou, e aí não consegui achar outro decente...




Ankle Boot – Semelhante à bota, porém aberta na frente.




Mocassim Feminino – é social, chique e confortável. Geralmente é feito de couro.



Oxford - O Oxford é um sapato fechado, de amarrar. Pode ter salto ou não, e geralmente possui mais de uma cor. Ontem falaram que era horroroso, mas eu tenho um e acho que bonitinho, porém tenho que concordar que a maioria é estranha e difícil de combinar.




Chinelo – é o que todo mundo tem e usa. Não necessita explicação. Existem hoje em dia várias formas, cores, estampas e preços...



Papete – essa daí acho que é uma mistura de sandália com chinelo, ou seja, não sei definir... sendo o que for, acho feia.





Croc – na minha opinião, é horrível, mas é super confortável e está “na moda”. Custa uma fortuna. Outro dia eu até vi um modelo de croc, mais estilo sandália, que era bem bonito até, mas custava ainda uma fortuna maior que o outro modelo mais feio...



Galocha – é uma espécie de bota de borracha, que você pode usar pra limpar o chiqueiro, se ver livre de uma enchente, ou passear no shopping para que pessoas como eu fiquem olhando pra você com cara de nojo e pensando que você não tem a menor noção de ridículo.



Rasteirinha – é como se fosse um chinelo, mas é mais desconfortável e mais bonito (apesar que hoje em dia as havaianas da vida estão ganhando espaço no quesito “bonito”).


Particularmente falando, existem vários modelos que eu não sei em qual tipo de sapato que se encaixam, mas pra um manual "básico" essas informações servem...

Blog inspirador


Xenti, agora tenho mais dois ídolos, um deles eu posso até colocar na frente do Till, na lista dos ídolos...


Eu ADOREI o jeito que ela escreve, e o que mais impressiona é a experiência dela e do marido na luta contra a balança (não passou essa no UFC né???)