segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Di Vasca Blog

Não sei se vocês acompanham o blog desse gênio, mas esse post é tão, mas tão legal que resolvi colocar aqui, auehueheuhue (só não entendi a parte da mulher (no final do vídeo) kkkkkkkkkkkk)

http://divasca.blogspot.com/

via Di Vasca de Di Vasca em 03/10/11

De: Ingrid Freitas
Enviada em: quarta-feira, 02 de fevereiro de 2011  09:05
Para: Luis Di Vasca
Assunto: Entrevista
Olá Luiz, como vai?

Luis, ainda temos uma última etapa de entrevista com o outro sócio, como você ainda não está respondendo os telefonemas mando este e-mail para que você confirme a presença.
Att.
Ingrid Freitas



De: Luis Di Vasca
Enviada em: quarta-feira, 02 de 
fevereiro de 2011  11:26
Para: Ingrid Freitas 
Assunto: RE: Entrevista
Olá Ingrid, tudo bem?

Eu poderia estar me divertindo passando mais algumas semanas no processo seletivo de vocês, mas minha esposa fica insistindo na insanidade de que tenho que ganhar dinheiro. Ao longo dessas semanas me dediquei exclusivamente a mostrar pra vocês o quanto eu sou bom e isto tem me alegrado muito. É muito bom para o ego, sabe? Como um campeonato onde vou vencendo e passando todas as etapas. Mas o problema é que até o momento passamos pela entrega de portfólio, entrevista com o RH, uma constrangedora dinâmica de grupo, entrevista com o chefe imediato da área, entrevista com o gerente da área, entrevista com o diretor, teste específico com apresentação de briefing para ilustração, teste específico com apresentação de briefing para design, prova de inglês, prova de português e atualidades, finalmente entrevista com sócio acionista e agora temos mais um feliz dia em que tenho que mostrar meu potencial pra mais um de vocês no exato momento que percebo que mantém contato comigo ao longo de tantas semanas e nem sequer a grafia correta do meu nome me é apresentada por sua parte. Desculpe mas terei que recusar.
Atenciosamente,
Di Vasca



De: Ingrid Freitas
Enviada em: quarta-feira, 02 de 
fevereiro de 2011  13:41
Para: Luis Di Vasca
Assunto: 
RE: RE: Entrevista
Olá Luis, como vai?
Olha, em primeiro lugar eu peço desculpas pelo engano referente à grafia do seu nome, isto não vai mais acontecer. Agora esclareço que já estamos na última etapa, não acho muito oportuno recusar agora porque realmente gostamos de seu trabalho. Acontece que pela estrutura da empresa, com muitas pessoas envolvidas diretamente com a demanda diária de trabalho, necessitamos do OK de todos.
Att.
Ingrid Freitas



De: Luis Di Vasca
Enviada em: quarta-feira, 02 de 
fevereiro de 2011  16:57
Para: Ingrid Freitas 
Assunto: 
RE: RE: RE: Entrevista
Olá Ingrid, tudo bem?
Eu percebi a estrutura da empresa, e vi que é realmente dessa forma como me relata. Acontece que é  exatamente isso que estou evitando e foi muito bom enxergar agora, antes de formalizar qualquer contrato. Sabe Ingrid, existia um programa infantil muito antigo do qual eu era fã chamado RA-TIM-BUM, que de uma forma muito leve e lúdica, ensinava temas mais profundos e úteis para a vida futura da criança, este vídeo que envio agora trata exatamente do problema vigente na empresa que trabalha. É incrível que já naquela época, a TV cultura ensinava os problemas da hierarquia corporativa para as crianças, e perceba o detalhe no vídeo: A única pessoa que está realmente trabalhando ou desempenhando alguma função propriamente dita é a velha. Divirta-se:
http://www.youtube.com/watch?v=BZzNBNoae-Y

Atenciosamente,
Di Vasca



De: Ingrid Freitas
Enviada em: quarta-feira, 02 de 
fevereiro de 2011  19:30
Para: Luis Di Vasca
Assunto: 
RE: RE: RE: RE: Entrevista
Nossa, pior que é assim mesmo

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Tomar mais cuidado!

Em uma conversa com o Dinho, acabamos comentando sobre o calor. Aqui na CPM dificilmente eles acertam a temperatura do ar condicionado... Então veio um comentário de querer estar em uma piscina e a réplica de que a (minha) preferência era a praia... Em seguida, comentário de que a piscina poderia ser até aquelas de 1000 litros, e a resposta idiota: “cabe?”. PRONTO.

É difícil quando você acostuma-se a fazer esse tipo de piada (às vezes pelo fato de estar rodeado de pessoas que compartilham o mesmo tipo de humor).

Mas o problema maior dessas piadas (além da própria piada, lógico) é com aquelas pessoas que não SE 
gostam, eu acho.

O fato de eu ser uma “loira burra” não é problema... Piadas e mais piadas não me afetam... Aliás, se o assunto é relacionado a carros e trânsito, além da tradicional piadinha da loira burra, eu mesma acrescento a culpa no fato de ser mulher... Mas, quando eu era gorda, se colocassem a culpa no tamanho da minha barriga... Ah! O circo pegaria fogo, meu filho!!!

Aí entra a pesquisa na Wikipédia: “A hipocrisia é o ato de fingir ter crenças, virtudes, ideias e sentimentos que a pessoa na verdade não possui.” (...) ”designar moralmente pessoas que representam, que fingem comportamentos.” (...)  “Um exemplo clássico de ato hipócrita é denunciar alguém por realizar alguma ação enquanto realiza a mesma ação.”

Então cheguei a conclusão que, mesmo a gente se esforçando ao máximo pra manter a filosofia de “não fazer ao próximo o que não queremos para nós”, às vezes cometemos deslizes, e eles nos tornam um tanto hipócritas...
Então povaréu! Vamos cuidar com nossas “piadinhas inofensivas”, pois o “erro” pode vir a ser irreversível...
Minha sorte de hoje foi que o Dinho é um amigasso, acredito que não tenha se ofendido profundamente (até porque me xingou na hora :D) e que não vá me processar... Mas eu realmente pisei na bola antes de usar a inteligência a meu favor...

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Eu sou gordo, mas posso emagrecer... E você que é feio?

O assunto em pauta hoje, como podem perceber, é uma piadinha.
NÃO.
Não é uma piadinha. É mais uma infeliz atitude “defensiva-ofensiva”.
No caso dessa piadinha em específico, que nós achamos tão engraçadinha e tão cheia de justiça, a pessoa em questão não procurou, de modo algum, responder com educação uma ofensa... Aliás, nem sabemos se a conversa era mesmo ofensiva...
Vamos supor a conversa entre duas mulheres... O rumo poderia ser esse:
_ Olha, eu entendo que seja difícil para você, amiga, que você tenha problemas com a tireóide e tudo isso, mas mesmo assim acho que você deveria se preocupar um pouco mais em emagrecer, pois isso está obviamente se tornando um mal muito maior do que obesidade... Você está com princípio de diabetes e pressão alta, além das varizes, que você tanto reclama...

Opções de resposta:
1)      _ É, eu sou gorda, mas posso emagrecer se quiser... e você que é feia e sem noção, sua retardada?
2)      _ Realmente, estou tendo sérias dificuldades em administrar meus problemas de saúde relativos à minha obesidade. Muito obrigada pela preocupação, farei o possível para resolver isto o mais breve e saudavelmente o possível.
Vocês compreendem o quanto essas respostas defensivas-ofensivas podem ser tristes e “incabíveis”? É muito melhor que você pense muito no motivo pelo qual a pessoa lhe “ofendeu” (e se ela realmente tem razão), antes de explodir em ódio e vingança e, assim, mudar o foco da conversa respondendo com mais ofensas.

Eu não sei se essa pessoa em específico le o meu blog... mas vou falar dela, pois foi uma pessoa que marcou muito a minha vida, e ainda é muito “ativa” na hora de eu tomar decisões relativas à respostas para questões de outrem. É uma história bem longa, e até deveria estar em outro post, mas é fácil eu me empolgar...
Quando eu comecei sair de casa à noite, minha mãe sempre “pedia” pra que eu voltasse em um determinado horário...
Acho que isso aconteceu com a maioria das pessoas com a minha faixa etária e, aposto que todos vocês, assim como eu, odiavam essa imposição de horário. Claro, hoje em dia eu já amadureci o bastante pra compreender o motivo pelo qual minha mãe solicitava que eu retornasse pra casa em um determinado horário.
Enfim, naquela época, era mais ou menos assim: “pode sair, mas volte às duas”.
Nessa época em especifico, eu tinha uma amiga muito bonita, com um corpo escultural, inteligente e sedutora. E, na grandessíssima maioria das vezes em que eu saia, era com ela (todas, na verdade, pois na adolescência eu sempre fui de ter “uma amigona” por vez).
Pois bem, eu sempre chegava depois do horário, minha mãe sempre me repreendia, e eu sempre engolia os sapos sozinha.
Foi passando o tempo e eu (com a ajuda de mágoa após mágoa) fui compreendendo o que estava acontecendo realmente.
Toda vez, a gente saía, e essa minha amiga arrumava alguém pra “ficar”. Como ela não morava na “cidade”, ela sempre me pedia pra deixar ela com o tal menino por mais tempo, pois ela “nunca mais teria a chance de vê-lo”, por causa da “distância”. Eu, mesmo achando toda vez que a minha mãe me estrangularia, reclamava um pouco, mas sempre cedia às chantagens dessa pessoa.
Na volta pra casa (geralmente com uma à quatro horas de atraso (em relação ao horário imposto)), depois de um tempo levando “xingão” sozinha, eu comecei a tentar “dialogar” com a minha “amiga”. Eu sempre falava que a gente não podia ficar se atrasando, pois minha mãe não gostava, e que ela sempre acabava tendo outra chance de se “encontrar” com os rapazes que ela tanto gostava e que, além disso, eu sempre tinha que ficar sozinha esperando ela voltar, pelas horas e horas que ela demorasse, e isso era muito chato!!! (parêntesis aqui: como ela morava meio longe, ela sempre ia dormir lá em casa, então eu ficava esperando ela “voltar” para podermos chegar em casa junto pois, com isso, eu achava que abrandaria a “fúria” da minha mãe... minha mãe nunca me chamou a atenção na frente das minhas amigas, mas eu sempre achava que a estratégia de chegar em casa acompanhada era a melhor)
Pra responder ao meu “diálogo”, ao invés de a vadia ela tentar me convencer que era melhor pra eu ficar esperando ela, ou que ela sentia muito, ou que qualquer coisa, a estratégia que ela usava era sempre ofensiva e sempre a mesma: “você não está preocupada com a sua mãe, ou com a reação dela, ou com o fato de ser chato ficar me esperando (quanto tempo for)... você está é com INVEJA de mim, pois eu sou mais bonita e sempre arrumo alguém, e você fica a noite inteira sozinha... é por isso que você briga comigo!”

Depois de muito chorar após ouvir isso, eu resolvi começar a contar pra minha mãe a verdade sobre o fato de eu não chegar em casa no horário que havia prometido que chegaria. E depois teve algumas vezes que eu realmente não esperei ela pra entrar em casa (pois as vezes eu ficava esperando ela na frente de casa), eu simplesmente batia na porta e ela chegava depois de mim (outro parêntesis aqui: eu não gostava de sair de bolsa naquela época... era sempre ela que saía com a bolsa e, sendo assim, a chave estava sempre com ela... como a gente sempre “fazia as pazes” depois das nossas brigas, e ela sempre prometia que aquilo nunca mais aconteceria, eu sempre deixava a chave com ela, e sempre me arrependia depois).
Eu percebo que deveria ter dividido esse post em dois, pois até mudei o foco. Mas essa história marcou muito a minha vida, e sempre que eu entro em uma discussão, eu penso nessa garota me chamando de invejosa para se defender.
Essa atitude é, na minha mais humilde opinião, uma das piores do universo. Se você quer se “defender”, utilize de argumentos inteligentes ou então peça desculpas, caso você esteja errado. Ofender aos outros como “defesa” não é uma boa estratégia. É estúpido e cruel.

Na minha vida, pela minha “qualidade ou defeito” de tentar ajudar as pessoas que estimo muito, eu já fui ofendida gratuitamente muitas vezes. Vezes sem conta. E em todas essas vezes eu me senti muito injustiçada, mas eu NUNCA retruquei no mesmo nível. Eu lembro daquela garota, respiro fundo e prefiro ficar quieta, pois nessa hora o que vêm à minha mente são palavrões, cenas de morte e muito sangue.
Hoje eu li, de uma pessoa que, assim como eu, ficou indignada por uma ofensa gratuita que levei: “Sim, eu te entendo, e vejo isso como educação muito superior a de seu interlocutor, mas a pobre alma, em sua santa ignorância, pode achar que vc calou pois ela estava coberta de razão.”.
Mesmo assim, mesmo passando a impressão de estar errada, eu prefiro calar. E é assim que lanço essa campanha: “NUNCA ofenda para se defender”. É ridículo, idiota e demonstra muito mais que EU estou certa.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Chega das roupas largas e calças caindo!

E então que eu resolvi meus problemas com as roupas!
Emagrecer é muuuuuito legal, mas ter dinheiro pra renovar o guarda-roupa ou então pra mandar todas as roupas pra costureira uma vez a cada mês é outra história né?!
Eu tinha achado uma costureira show de bola... Ela fez três calças sociais, três blusas sociais e arrumou três calças pra mim por 170 reais... Super barato!
Aí, seguindo o preço de 10 reais, levei 5 calças pra ela arrumar... Ela demorou um século e quando fui buscar além de ter aumentado o valor pra 15 ainda por cima não tinha arrumado todas as calças... tudo bem, peguei as três que estavam prontas e vim pra casa. Claro que depois de uns dias essas três calças já não me serviam mais, e ela ainda não tinha chamado pra pegar as outras duas... Bem no dia de buscar eu acabei passando mal, mas a Carol buscou pra mim. Surpresinha: a costureira aumentou novamente o valor, pra 20 reais, e é lógico que depois desse tempão as duas calças ficaram grandonas...
Como ela mora longe, resolvi então é comprar uma maquina de costura de uma vez... não sei nem por que demorei tanto tempo pra fazer isso, já que eu sei costurar...
Paguei 250 na máquina e tem, pelo menos, dois shorts, três saias, uns 4 vestidos, 6 calças sociais e mais umas tantas jeans pra reformar... só essas peças aí já pagaram os 250 reais investidos na maquina...
Ela é da marca Elgin, e apesar que dei uma pedaladinha pra conseguir colocar a linha, já estão as duas linhas instaladas... só falta continuar a ler o manual (pois essa maquina é bem diferente da maquina que a mãe tinha...) e ver certinho como faz com a tensão da linha e essas coisas, e depois é só começar o passatempo!
UFA. 



Sinceramente, por que mesmo eu ainda não tinha comprado uma bendita maquina de costura? Não sei, não lembro, e nem quero lembrar pra não ficar braba comigo mesma... O que importa é que agora chega de gastar com costureiras (que dificilmente fazem exatamente o que a gente pediu...) e chega das calças caindo! OBA!
Sim, posso costurar pros outros de graça se quiserem... mas, logicamente, eu é que não me responsabilizo...

Não é entendível!

Gente, falaremos a sério agora...
Essas redes sociais (kkkkk já comecei mal né... falar sério sobre redes sociais??? Continuando...) são um mistério pra mim... Quer dizer... Algumas coisas, especificamente, são um mistério.
Aquelas pessoas que adicionam a gente, não tem uma puta foto no perfil e nenhum amigo em comum eu entendo... são idiotas que clicaram no botão “convidar-full” hehe. Mas aquelas pessoas que convidam a gente, tem alguns ou vários amigos em comum e colocam uma única e estranha (e irreconhecível) foto no perfil, essas eu não entendo. Tem um em específico que me convidou no facebook. Por nome não conheço. Não tem nenhuma foto alem da foto do perfil, e é uma foto de perfil, que não dá pra enxergar direito a fuça do sujeito. Tem um monte de amigo em comum, mas vou saber quem é o individuo de que jeito? Assim não dá né! Minhas fotos e minhas publicações já são públicas pra que ninguém tenha que me adicionar pra conseguir ver, então não precisa ficar adicionando todo mundo... kkkkkk 

Ai ai, esse mundo já não é mais o de antigamente.

Hmmm, ou será que esse é o novo método de enviar cartas anônimas? Não, acho que nada a ver né? Deixa pra lá então...

Nota, nota, nota, nota, nota e nota :D




Mais um ponto pra nota fiscal paulista!
Eu tinha escrito um post super feliz falando dos sorteios que eu tinha ganhado, e agora vi que ganhei em mais uns sorteios, além que eles já liberaram os créditos do início desse ano!
Agora penso que foi uma pena que eu tenha comprado o carro lá em Beltrão, pois se tivesse comprado aqui, o saldo da nota do carro seria gordinho, nham!
Por que será no Paraná (e em todos os outros estados) não fazem isso também? É tão legal!
Aí a gente tava dando uma analisadinha nas notas... não adianta colocar o CPF só em notas de valores altos, pois o calculo não é feito só em cima do valor... é levado em conta o lugar também...
Tem lugar que você compra 28 reais e não ganha nada de crédito, mas outros lugares vc compra 20 reais e ganha 60 centavos...
De todos os lugares que eu comprei, os dois que mais deram créditos foram o Ponto Frio (máquina de lavar), que deu quase 20 reais (de uma compra de 800), e a Nike (e essa sim deu crédito pra caramba), numa compra de 300 e pouco rendeu quase 20 reais também em créditos. E outra coisa: geralmente nota de farmácia não da credito nenhum, e nota de restaurante dá credito pra caramba.
Só não pensem que “ah então não coloco mais o CPF nas notas de farmácia”, pois tem que lembrar que a cada 100 reais é gerado um cupom e você concorre nos sorteios :D

Boa sorte a todos!

domingo, 2 de outubro de 2011

Essas viroses...

Me mudei pra São Paulo no dia 10 de agosto de 2009... No inicio peguei tanto resfriado que não faço ideia de quantos foram... Um a cada mais ou menos 3 meses. Era tanto resfriado que praticamente um emendava no anterior... Aqui é diferente lá de Pato ou Beltrão... Lá no inverno é BEM friu, e no verão é calor... Às vezes chove e muda um pouco o clima, mas é difícil acontecer... Então lá tem uma época específica pra você pegar gripes e resfriados, que é a época do inverno, quando cai geada e o nariz e a orelha congelam, hehehe.
Aqui faz todas as estações no mesmo dia. Você sempre tem que andar com um casaco, um guarda-chuva e um lencinho pra enxugar o suor dentro da bolsa...
É incrível. Tá o maior solzão e você ali suando que nem um condenado, e de repente muda tudo e cai a maior chuvona e depois esfria.
Claro que no inicio eu pegava um resfriado atrás do outro, com um clima assim não é (e sem contar poluição e blábláblá)?
Mas depois meu organismo acabou acostumando e não tinha mais pego resfriado nenhum. INCLUSIVE no inverno, já que o máximo que deu de friu aqui foi uns 5 graus...
Aqui pra eles quando dá 10 pra 15 graus já tem uma carrada de gente andando com aqueles sobretudos que parecem edredons, com cachecol, toca e luvas... Isso é o inverno...
No inverno eu malemal usei uns casacos, dois ou três dias usei cachecol, mas a maioria dos dias ficava com uma blusa meia manga e só.
Bom... Depois que todos pegaram resfriados, gripes e viroses e eu passei ilesa, agora foi a minha vez.
Percebi que minha garganta tava ficando dolorida, mas até aí é normal... Depois viria a tosse e o catarro, e depois some.
Ontem fiquei muito estranha. Não me deu fome e minha garganta não estava exatamente doendo... parece que tem um Bombril nela... me parece áspera... dei uns espirros e tossi uma vez só (sem catarro), e não tive febre nem dor no corpo, nada disso. Mas eu tava muito estranha, parecia uma fraqueza... Deixa pra lá, não sei explicar direito.
Mas a  rotina foi daquelas ótimas: balada tomando energético até 5 da manha, uma dormida meia boca de medo de não acordar pro casamento... acordando 8 e 45, tomei banho, me arrumei, tomei os remédios e saí. Chegando na Carol lembrei “que esqueci” de tomar café, então tomei um pouco de café com leite e uma fatia de pão integral. Casamento, noiva atrasa uma hora, nós sem tomar água e o maior calor. Saímos de lá e fomos pra uma loja de fantasias, e suei móóóóito, rsrsrs. Depois almocei um pouquinho de abacaxi, melão e kiwi e também um pouco de arroz com feijão, mas foi tudo empurrado... e também tomei à força um suco de laranja.
Logicamente concordamos que deveria ser fraqueza por não ter dormido direito... Então vim pra casa e tomei um dramim pra dormir... Devo ter dormido umas duas horas sossegada e depois a irritação na garganta e o mal estar que não consigo explicar não me deixaram dormir.
Aí liguei pro Flávio e ele conseguiu me meter susto, me convencendo assim a ir ao pronto socorro em Barueri. Ele queria que eu fosse de taxi, mas eu tava com dor na garganta e não com dor nos braços, então fui (até “vejo” minha mãe pensando o quanto eu sou teimosa) de carro, com minha  vizinha junto.
Cheguei lá e dito e  feito: consegui machucar um tímpano com a porcaria do cotonete e garganta irritada.
Parêntesis aqui: geralmente eu limpo o ouvido com a toalha de banho, que é o mais indicado. Mas depois de muito me enxer o saco, comprei uns cotonetes... Eu não fico cutucando o tímpano, só limpo ao redor... mas ontem tava com pressa e dei uma cutucadona que ficou me doendo o dia inteiro, além daquela insuportável “meia-surdez”.
Bom, o bendito do médico me receitou cloridrato de fexofenadina+pseudoefedrina = Allegra D;  Cetoprofeno = BiProfenid; Acetilcisteína = Fluimucil (xarope).
Esses malditinhos de plantão bem podiam receitar umas coisas mais baratas, pois a brincadeira deu 112 reais... Mas comprei mesmo achando caro e espero que funcione certinho.
Por milagre não li a bula, espero que não me faça mais mal do que bem e não, não estou MESMO com vontade de ler as bulas, então confiarei SIM no médico de plantão que mal me examinou e me tacou três remédios caros...
Mas como tudo tem o seu lado bom, hoje estou com aquela vozinha de gralha meio rouca que eu acho sexy e deu 59,7 na balança (óbvio, se morrer de fome vai EMAGRECER MESMO!!!).
Mas hoje só estou com a garganta incomodando... O resto do organismo está normalzinho e inclusive estou com fome, coisa que resolverei tomando um activia com ameixas. Mais tarde almoçarei com o meu “bródi” e depois vou na Simo pegar o quadrinho pro quarto do Pietro, meu sobrinhado (sobrinho + afilhado :D), e também tem que dar um tapa na casa, já que agora sou uma mulherzinha e me preocupo com o pozinho em cima da geladeira...
Enfim, nada de mais (além, claro, do fato de ter diminuído dos 60 :D :D :D :D :D imaginem minha cara de faceira ao ver o peso na balança), nada preocupante e tudo normal, só dei uma de fragilzinha porque o “Flávio-hipocondríaco” me fez achar que podia morrer de noite se não fosse ao PS.